“Elas eram conhecidas como as meninas da alameda dos Vaga-lumes. Isso foi muito tempo atrás – há mais de três décadas, para ser exata -, mas, agora, deitada na cama, escutando uma violenta tempestade de inverno do lado de fora, parece ter sido ontem. “

Tudo começa em 1970. Tully Hart
chega à Alameda dos Vaga-lumes. Bonita, popular e invejada por muitos. Todos
querem ser amigos dela, mas o que eles não sabiam era que Tully morava com uma
mãe drogada, desconhecia o pai e era sustentada pela avó. Com essa juventude
agitada ela conhece Kate Mularkey, uma garota oposta a sua personalidade. O que
Tully não sabia é que a partir desse momento a vida das duas seriam
completadas.
Tully foi deixada novamente pela
mãe e foi a vez da família Mularkey cuidar dela. As amigas criam seus futuros e
sempre a amizade continua. Elas passam por novas experiências que a juventude
oferece. O tempo passa e elas começam a por em prática todos os planos que
tinham em mente desde a juventude. Começam a cursar a faculdade e é a partir
daí que a vida das duas começa a realmente tomar um rumo diferente.
A amizade é o fruto mais valioso
que se pode ter, além da família. Tully e Kate criam uma irmandade e é nela que
elas se fortificam. Mas nem sempre tudo é perfeito, alguns acontecimentos
abalam as estruturas da amizade delas. Será que elas ainda continuaram amigas?
Embalados às músicas de trinta
anos de amizade, vamos aos poucos conhecendo a vida de cada uma, seus medos e
angustias. Emocionamo-nos com One Sweet
Day e You’ve Got a Friend,
relembramos os tempos dançantes com What
A Feeling e Love is a Battlefield.
É impossível não se emocionar com
a história das duas. E há um imã na narrativa que não deixa a gente se
desgrudar desse livro. Chorei muito o lendo. Livros maravilhosos como esse são
difíceis de encontrar hoje em dia.
“Para que você saiba que pode ser o que quiser. A sua geração tem muita sorte. Vocês podem ser o que quiserem. Mas você precisa arriscar às vezes. Se abrir para o mundo. Uma coisa que eu posso lhe dizer com certeza é o seguinte: na vida, a gente só se arrepende do que não faz.”
Esse livro eu tenho mas ainda não li. Estou doida para ler. Muito boa a sua resenha, me deixou mais curiosa ainda.
ResponderExcluirBjokass
http://livrosemarshmallows.blogspot.com.br/
Os livros dessa autora costumas mexer com nossas emoções mesmo. Li O caminho para casa e tive uma crise de choro. Agora só leio livros dela quando estou bem emocionalmente, eles são muito marcantes!!!
ResponderExcluirParabéns pela conclusão da leitura e pela resenha. Beijos
Leituras, vida e paixões!!!