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7 de junho de 2012

[Resenha] O Poder do Fogo do autor Khêder Henrique


No interior de Myruna se localizava Diaspos um lugarejo e lá morava Kiara, uma adolescente que vivia com seu pai e seu avô.

O grande testedominava-se assim provas tanto práticas quanto teóricas para jovens para que eles assim selecionados escolhessem um trabalho a seguir. –. Todos os alunos que iam prestar o grande teste estavam muito anciosos menos Kiara.

Em Diaspos surge um viajante chamado Lucius, que chegou à cidade com um intuito de estudar com Elemiah Mirone, uma elementar aposentada. Ao chegar ao vilarejo Lucius logo conhece Kiara e eles tornam-se amigos. Assim que ele conhece Elemiah, Lucius descobre que para começar a estudar com ela terá que ter uma companheira de estudos e é por isso que ele pede ajuda a Kiara. Indecissa, sem saber o que fazer, ela terá que escolher entre ajudar o pai em sua fazenda ou se tornar uma elementar e passar a enfrentar vários perigos.

O Poder do Fogo possui uma narrativa jovem apesar de possuir alguns personagens mais velhos. Ao longo do enredo podemos observar as características epicas presentes em todo o cenário.

Durante a narrativa feita sobre terceira pessoa, Khêder apresentou de uma forma ampla tudo o que ocorre não apenas com Kiara mais também com os demais personagens. As características deles são apresentadas com o passar da estória.

Muitas vezes durante a leitura eu não sabia realmente destinguir que idade os personagens: Kiara e Lucius possuia, já que eles demonstravam um grande amadurecimento em pouco tempo.

A mesclagem entre fantasia e realidade também está presente em O PODER DO FOGO. Os capítulos do livro são medianos, que às vezes fez a estória se tornar cansativa.

Apreciei bastante a leitura, apesar de que creio que algumas passagens não seriam necessárias. As revelações contidas ao longo da narrativa também me surpreendeu, nunca imaginei que certas coisas poderiam acontecer.

Às vezes, pensamos saber o que queremos... Nutrimos desejos sobre algo que nunca conseguiremos obter. Mesmo assim sonhamos, porque é isso que nos faz seguir adiante. Mas os sonhos são coisas coas. Eles não prejudicam o mundo e as pessoas ao seu redor.
                                                                                                                                Pág 113