Oi pessoal, peço desculpas pela ausência no blog, andei meio
que descuidada dele. Foi uma semana de provas, pesquisas para projetos (chatos)
e demais acontecimentos que me deixaram desligada do ELL. Mas enfim ele está
voltando ao normal e espero que curtam mais alguns posts que virão por aí.
E para vocês fica a resenha do livro A Última Música do autor Nicholas Sparks.
Verônica Miller ou simplesmente Ronnie, vivia em Nova York com sua mãe,
Kim e seu irmão Jonnah. Há muito tempo não tivera mais contato com seu pai,
Steve, um ex-pianista que vivia na praia de Wrighstville na Carolina do Norte,
ele tinha se separado da sua mãe há três anos e desde isso não havia mais
falado com seu pai.
Steve pensou sobre a pergunta. Queria dizer que toda essa
conversa sobre sentimentos era irrevelante. Aquelas emoções vêm e vão e não
podem ser controladas, então não há razão para se preocupar com elas. Pois, no
final, as pessoas devem ser julgadas por suas ações, já que no fim são as ações
que as definem. Pág 115
As férias de verão chegam e Kim
decide que Ronnie e Jonnah irão passar essas férias com seu ex-marido. Mesmo
detestando a ideia, Ronnie tinha que ir. Chegando lá, ela passa a ignorar seu
pai e nega qualquer aproximação que possa ter com Steve. Lá ela conhece
Galadriel, ou melhor, Blaze, uma
garota que se tornou sua amiga mesmo que não vemos muitos isso e alguns de seus
amigos e Will, o garoto mais famoso
da cidade, que mesmo passando a ignorá-lo, Ronnie vai baixando a guarda e se
entrega a essa paixão – e dor – jamais vista.
Nicholas Sparks nos apresenta mais uma de suas obras emocionantes,
mesmo que eu tenha apenas lido duas de suas estórias. Ele conseguiu nessa
narrativa mesclar amor, fé, tristeza, paciência, a relação entre pais e filhos,
carinho, compreensão e outras questões. Só ele mesmo pode envolver as várias
questões do amor.
A vida, entendeu, era bem parecida com uma música. No
começo, há mistério, e no final, confirmação, mas no meio que reside a emoção e
faz com que a coisa valha a pena. Pág 510
O livro é dividido em 37
capítulos e um epílogo, em seus capítulos e no epílogo a narrativa é nos
apresentada de uma forma diferente, é feita sob terceira pessoa, mas, sob o
ponto de vista de alguns personagens o que fora diferente, pois nunca, pelo que
minha memória dispunha a lembrar, visto por mim em nenhum livro. A mescla de
emoções é um ponto também a ser criticado e exposto em uma resenha, são várias
a emoções que Nicholas com esse dom conseguiu criá-las. As várias
personalidades dos personagens criados por Sparks faz com que eles se tornem
reais.
Tive essa oportunidade única
quando pude comprar o livro em versão pocket do livro. A Última Música possui uma magia que quem só leu podia sentir. A
leitura é leve e seus capítulos curtos também auxiliaram para que a narrativa
fluísse rápido, demorei mais para ler essa obra, pois tinha algumas séries para
assistir.
Indico a obra para aqueles
amantes de um bom romance.